terça-feira, 5 de setembro de 2017

Palestra "Desafios da Carreira nos Dias Atuais"




Hoje (19h) temos evento no Curso de Administração com Suzane ZanettiGraduada em Psicologia pela UFPR, Pós-Graduada em RH, Mestre FGV/EBAPE e Certificada em Coaching pelo ICI e Pro-Fit. Suzane é Diretora e Coach na Zanetti Coaching e atual Presidente da ABRH-PR - Associação Brasileira de Recursos Humanos

Com experiência há mais de 26 anos na área de Recursos Humanos, com ênfase em Desenvolvimento de Carreira, Executive Coaching e Treinamento de Competências Comportamentais. 
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terça-feira, 29 de agosto de 2017

Aula Inaugural do Curso de Administração


Na última semana o Curso de Administração realizou sua Aula Inaugural, referente ao segundo semestre, com a presença do Adm. Marcelo Iwersen, membro do Conselho Regional de Administração do Paraná (CRA-PR), abordando a importante área da Gestão de Serviços da Saúde.
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quarta-feira, 9 de agosto de 2017

O Santo Graal e a Busca de Soluções dos Problemas Empresariais

A Lenda do Santo Graal (recipiente que supostamente conteve o sangue de Jesus Cristo) foi, e ainda é, um tema instigante e controverso, sob o qual muitos creem em sua existência e outros tantos a reputam como apenas mais uma estória ainda persistente no imaginário das pessoas. Este recipiente tem sido, ao longo dos séculos, procurado e jamais encontrado, resultando até no sacrifício da vida de muitos dos seus perseguidores. 

Prof. Celso Valério Antunes
A despeito se este “cálice” seria ou não lendário ou fictício, podemos aproveitar a mensagem contida nesta alegoria para auxiliar discorrer sobre uma questão que atualmente, potencializado pela crise econômica que estamos enfrentando, tem sido amplamente retomada e buscada pelas organizações: a detecção das reais causas-raízes dos problemas, visando seu enfrentamento e posterior resolução definitiva dos problemas. 

Acerca da resolução de problemas, tanto no âmbito pessoal como no organizacional, para que logre a maximização de resultados, esta deve conter uma sequência mínima e lógica em sua abordagem, de forma a garantir a eficácia das soluções propostas. Normalmente, a solução de problemas organizacionais encerra uma complexidade muito superior àquelas de âmbito pessoal, justamente por envolver várias áreas, processos e, consequentemente, pessoas e egos. Para tanto, a abordagem de solução de problemas empresariais deve estar embasada em uma lógica formal e metodológica, sendo que atualmente dispomos de uma variada gama de metodologias voltadas a esta finalidade, tais como: MASP. PDCA, 8D, A3, etc. 

Contudo, tais metodologias apresentam um caráter “ferramental” e se constituem em um “meio” para o atingimento de seus resultados, e não um fim em si mesmas. Desta forma, não basta apenas ao gestor promover ciclos de palestras e treinamentos empresariais focados em uma ou mais destas metodologias, acreditando que seus profissionais estarão plenamente capacitados ao término destas. Analogamente, seria como um caçador de tesouros possuir todos os dispositivos e artefatos necessários para iniciar a sua busca, sem ter dado ainda nenhum passo “para fora da porta” em busca de seu “Graal”. 

Ao longo de minha carreira como consultor empresarial na área de processos, me deparei constantemente com a necessidade de implantar a resolução de problemas dentro das organizações nas quais estava atuando. Neste sentido, promovemos ciclos de treinamento e palestras, voltados a gestores e colaboradores envolvidos. Realizamos estudos “pilotos” em processos previamente escolhidos e que apresentavam a mais variada gama de problemas. Analisamos criticamente os resultados obtidos, seja ao longo da execução, como ao final dos trabalhos. Atacamos os eventuais problemas remanescentes e, em todas as ocasiões, finalizamos com sucesso estes processos. 

Mas qual não foi a minha surpresa - por vezes - em, depois de algum tempo, visitar novamente a organização e ser surpreendido com a informação de que a empresa deixou de adotar esta ou outra metodologia e que se via mergulhada em sucessivos problemas, sem capacidade aparente de resolução dos mesmos, replicando o insucesso que muitos dos perseguidores do Santo Graal lograram... Questionei quais seriam os aparentes motivos que conduziriam a este fim e, dentre tantos, pude levantar: falta de comprometimento gerencial, falta de capacitação de pessoal (técnica e comportamental), falta de uma visão sistêmica, falta de abordagem por processos, cultura organizacional, gestão de relacionamentos “frágil”, retenção de informações “estratégicas” das áreas visando ocultar dados a fim de preservar a exposição da má gestão, turnover alto, sem a efetiva capacitação dos colaboradores repostos nas funções, etc. 

Mais uma vez, analogamente, seria como um explorador aventureiro que se lançasse à busca do “cálice”, sair sem um planejamento que lhe mostrasse a direção a tomar e sem um dos principais instrumentos, a bússola, que nos mostra a direção, confiando assim apenas em seu “instinto”. De fato, muito do que as organizações consideram como resolução de problemas constitui-se apenas em medidas contingenciais, que não agem na detecção efetiva das causas-raízes – este sim o “Santo Graal” da resolução dos problemas organizacionais. 

O êxito na resolução de problemas baseia-se principalmente em: 

(1) Conhecer a fundo a metodologia aplicada; 
(2) Exercitar exaustivamente sobre problemas reais e, de preferência, com maior relevância, urgência e grau de complexidade; 
(3) ter efetivo apoio gerencial; 
(4) Ser inserido no gerenciamento da rotina das pessoas e, principalmente, 
(5) Ser estabelecido na cultura organizacional por meio de ações estratégicas. 

Desta forma, é possível perceber que o principal ponto focal para a resolução de problemas reside nos profissionais envolvidos na resolução de problemas, pois esta prescinde principalmente de uma mudança de crenças e valores dos gestores, bem como uma consequente “transmissão” destas crenças e valores a seus colaboradores, considerando todas as possibilidades e disponibilidades. 

O santo Graal é, até os dias de hoje, uma lenda (pelo menos até, quem sabe um dia, ser encontrado). Porém a resolução efetiva dos problemas pela detecção das reais causas-raízes, não o é, bastando para tal aliar as estratégias com: metodologia correta, conhecimento técnico, forte apoio gerencial e, principalmente, crença e vontade! 


Prof. Celso Valério Antunes Professor do Curso de Administração do Unicuritiba e Consultor na 3S Consultoria Empresarial.
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quarta-feira, 31 de maio de 2017

Um segredo nunca revelado sobre a gestão de projetos.

Confesso que sempre fui muito empolgado com a minha profissão (profissional de finanças e de projetos), sacerdócio (professor universitário) e diversão (palestrante), principalmente após o encerramento de um excelente semestre, onde é possível visualizar os resultados surpreendentes dos trabalhos realizados pelos alunos das minhas disciplinas de Estudos de Viabilidade em Administração, Práticas e Elaboração de Projetos e Jogo de Empresas (que também pode ser considerada um tipo de projeto, dada a complexidade exigida para o processo decisório)
Mas preciso ser franco, porque, de certa forma, estou mais do que um pouco incomodado…
Existe por aí um monte de informações erradas sobre o gerenciamento de projetos. Eu sei perfeitamente disso porque ultimamente tenho questionado muitas pessoas sobre o que elas entendem sobre projetos, e o que recebi como resposta de mais de um par de dezenas de pessoas foram respostas muito rasas e superficiais, de pessoas que realmente acham que entendem o que é um projeto. E o pior, quando eu tentei “apertar um pouco mais o parafuso” me senti pior do que um menino que recebe uma bronca do pai!
Mas depois disso, um pensamento e um desejo afloram constantemente: eu gostaria de encontrar uma fórmula que funcionasse para todos, e aplicar essa fórmula mais e mais vezes. Acho que se eu encontrar essa fórmula, e aplicá-la nos processos de gerenciamento de projetos, poderíamos consolidar com mais frequência os entendimentos acerca dessa área do conhecimento tão complexa e muito negligenciada pelos pseudo intelectuais de plantão.
Mas não é isso que me foi ensinado, seja nos bancos da escola ou na escola da vida profissional. E é exatamente essa parte que me deixa louco, pois quando eu questionei essas pessoas sobre o real entendimento acerca dos processos de gerenciamento de projetos e das técnicas e ferramentas utilizadas para tal, quase sempre escutei a mesma resposta, como se fosse o refrão dessas músicas chiclete que temos hoje: “Todas as habilidades de gerenciamento de projeto sempre são baseadas no Guru X ou no Guru Y, e eu nunca serei tão bom ele”.
Mas é claro que você, e nem mesmo eu (e nem quero isso), seremos iguais aos “Guru X” ou “Guru Y”. Eu tenho um nome real – Samir Bazzi –, e não preciso colocar um ® na frente do meu nome para me proteger dos culpados.
Muitas pessoas estão correndo ao redor do nada, e estão tentando fazer tudo isso parecer muito mais difícil do que realmente é. Até entendo que o gerenciamento de um projeto não é tão simples assim, mas existem várias razões para isso, mas a linha de fundo disso tudo, pelo menos para mim, é que a grande maioria das pessoas tem todo o interesse em fazer o gerenciamento de projetos se tornar algo muito difícil, quase que inacessível aos simples mortais.
Voltando na questão dos “Gurus”, que são mistificados por aí. Se você estudou um pouco da teoria do gerenciamento de projetos, você deve ter se deparado com os escritos de alguns desses “místicos”, que são os caras que fazem o seu melhor para criar a falsa impressão de que você precisa ter inúmeras habilidades (às vezes até parecem magia negra), para entregar projetos bem-sucedidos. Eles querem que você acredite que eles são os alquimistas modernos, e que somente eles são capazes de transformar chumbo em ouro.
Porque ao invés de ficar dando ouvido a esses caras você não procura aprender a usar o bom processo de gerenciamento de projetos. Fácil não é, mas basta que você, literalmente, pare tudo, pense, sente-se com calma, trace uma rota e passe a usar as etapas sugeridas por uma metodologia séria para orientá-lo através do sucesso. Não entenda como uma frase fajuta de autoajuda, mas você pode literalmente transformar as palavras em sucesso.
Mas nessa hora surge uma mentira deslavada, e que você acredita piamente: “você tem que ser um super-humano para obter grandes resultados e continuamente entregar projetos bem-sucedidos”.
M E N T I R A !
Você não precisa ser um guru, um místico, um alquimista, ou qualquer outra dessas baboseiras todas. Você não precisa fazer uma viagem ao topo de uma montanha distante e adorar os deuses de gerenciamento de projetos arcanos. Isso é um truque de mágica boba, criada por esses gurus místicos do gerenciamento de projetos.

Eu sei que pode até soar como mágica o que vou dizer agora, mas não me entenda errado: você pode perfeitamente se dedicar um pouco, estudar um pouco mais, aplicar os processos aprendidos, usar algumas ferramentas específicas de gerenciamento, quebrar algumas pedras de moinho com um certo esforço (quem conhece uma pedra de moinho entende perfeitamente o que eu estou tentando falar, e se você não conhece, pesquise um pouco sobre isso), e pronto, a mágica está pronta, e o seu projeto sai do papel.
Mas será que isso é realmente mágica? Pode soar como mágica, mas quando você puder consolidar todo o seu conhecimento, aplicar as ferramentas adequadas, o projeto surge quase que pronto na sua frente!
Para alguns isso pode perfeitamente soar como como mágica, e é isso que aqueles gurus-místico adoram que você acredite, que ele é um mágico (e, é claro, que eles são os únicos que conhecem a magia). Mas a realidade é que o gerenciamento de projetos é apenas uma habilidade – e você só precisa aprender como fazê-lo, e depois aplicá-lo corretamente.
Se eu posso fazer isso, com certeza você também pode!
Hoje eu conheço um pouco desse universo, no entanto, nem sempre foi assim. E é por isso que eu sei que esta é uma habilidade que você pode vir a dominar no futuro. Sei disso porque acerca de 15 anos atrás, eu nunca tinha ouvido falar de gerenciamento de projetos. Mas quando ouvi isso pela primeira vez parece que uma luz se acendeu na minha cabeça, e me apaixonei por isso imediatamente. E na mesma hora me impus a tarefa de aprender o máximo do que estaria ao meu alcance sobre o gerenciamento de projetos e dos processos necessários para garantir o sucesso nessa profissão.
Eu não digo isso tudo para que me gabar, muito pelo contrário. A principal razão de eu dizer isso é porque eu quero que você, assim como eu, se apaixone por essa área, e quebre alguns paradigmas idiotas. E que, quando alguém chegar ao seu lado e começar a falar algumas “asneiras” sobre o gerenciamento de projetos, você seja capaz de conseguir argumentar.

Espero que algum dia você realmente entenda tudo o que estou falando aqui.
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quinta-feira, 25 de maio de 2017

Visita Técnica na Contabilizei Contabilidade


Realmente foi uma excelente noite de aprendizado.

Ontem (24/05) os acadêmicos do Curso de Administração do 1° período realizaram visita técnica acompanhados pelo professor Sérgio Itamar a empresa Contabilizei Contabilidade Online com a participação do Sr. Vitor Torres, CEO & Fundador da empresa. Foram discutidos temas sobre empreendedorismo e inovação, entre muitos outros. 
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Visita Técnica no Shopping Pátio Batel

No dia 23/5 os alunos do 6° período de Administração, disciplina de Pesquisa de Mercado e Comportamento do Consumidor realizaram sob a orientação do Prof. Isaak Soares, visita técnica no Shopping Pátio Batel com o objetivo de conhecer seu funcionamento partir da perspectiva mercadológica e permitir que os alunos pudessem ver aspectos do shopping que sustentam o posicionamento do mesmo perante o mercado, como: mix de lojas, projeto arquitetônico, serviços, diferenciais, além de ter uma visão do cotidiano do shopping, não pela visão de "consumidor" mas "como de um "analista de marketing".


Os alunos foram recebidos pela área de concierge do shopping e puderam assistir uma palestra sobre a proposta de valor no empreendimento, os pilares de sustentação do conceito do Pátio Batel, os diferenciais, a atuação no mercado, os serviços, a relação com o cliente e outros elementos mercadológicos. Na sequência foi feita uma visita em áreas internas do shopping, onde puderam ter acesso a processos que fazem parte da estrutura do shopping, mas que não estão a percepção do cliente. 




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